{"id":139,"date":"2022-07-01T18:01:42","date_gmt":"2022-07-01T21:01:42","guid":{"rendered":"http:\/\/psicologacamilamazzanti.com.br\/site\/?p=139"},"modified":"2022-07-01T18:09:41","modified_gmt":"2022-07-01T21:09:41","slug":"depressao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/psicologacamilamazzanti.com.br\/site\/?p=139","title":{"rendered":"Depress\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A depress\u00e3o, na atualidade, \u00e9 tida como \u201ca doen\u00e7a do s\u00e9culo\u201d. Estima-se que, globalmente, 300 milh\u00f5es de pessoas sofrem de depress\u00e3o, tornando a doen\u00e7a uma quest\u00e3o priorit\u00e1ria de sa\u00fade p\u00fablica. Segundo um levantamento feito pela OMS, a depress\u00e3o \u00e9 considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de sa\u00fade.<\/p>\n<p>A depress\u00e3o geralmente vem associada com experi\u00eancias de perda, seja objetiva, como um ente querido, moradia, emprego, ou uma perda simb\u00f3lica \u00a0subjetiva. O sentimento de culpa \u00e9 muito presente em um deprimido, acompanhado de uma baixa estima e desvaloriza\u00e7\u00e3o de si mesmo.<\/p>\n<p>Por mais que o senso comum pense que a depress\u00e3o est\u00e1 relacionada somente a uma tristeza profunda, os dados mostram que muitas vezes, esta promove uma apatia, ou seja, a pessoa n\u00e3o consegue sentir.<\/p>\n<p>O prazer em atividades que a pessoa costumava gostar muito desaparece, h\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o do interesse pelo ambiente, fazendo uma pessoa deprimida muitas vezes negligenciar atividades sociais; fadiga ou sensa\u00e7\u00e3o de perda de energia, mesmo que n\u00e3o se movimente muito a pessoa se sente cansada, lentificando tarefas cotidianas. H\u00e1 uma lentifica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m da capacidade de pensar, se concentrar e tomar decis\u00f5es, decaindo assim rendimentos no trabalho, escolares e etc.<\/p>\n<p>Existem al\u00e9m dos sintomas ps\u00edquicos, os sintomas fisiol\u00f3gicos e comportamentais de uma pessoa deprimida, que consistem em: altera\u00e7\u00f5es do sono (dorme demais ou n\u00e3o consegue dormir), altera\u00e7\u00f5es no apetite ( come muito ou come pouco), falta de interesse sexual, crise de choro, retardo psicomotor, comportamento suicida e retraimento social.<\/p>\n<p>Qual o melhor modo de tratamento para essa doen\u00e7a que atinge cada vez mais pessoas?<\/p>\n<p>A ideia de tratamento mais bem aceita seria a combina\u00e7\u00e3o da psicoterapia com a interven\u00e7\u00e3o medicamentosa, por\u00e9m h\u00e1 diverg\u00eancia de opini\u00f5es neste meio. Uma pesquisa feita nos EUA contra argumenta que somente a psicoterapia teria um efeito t\u00e3o efetivo quanto medica\u00e7\u00e3o. Nos EUA, foi levantada a hip\u00f3teses de que \u00a0a medica\u00e7\u00e3o \u00e9 mais utilizada por efeitos mais r\u00e1pidos e tamb\u00e9m pelos planos de sa\u00fade cobrirem interven\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas em 80% e interven\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas somente em 50%. Fazendo-nos pensar na valoriza\u00e7\u00e3o da medicina acima das outras especialidades.<\/p>\n<p>Cabe a cada profissional avaliar o caso individualmente e decidir se o caso necessita ou n\u00e3o de medica\u00e7\u00e3o, caso precise, seria ideal um trabalho em conjunto do psic\u00f3logo e do psiquiatra, para que o tratamento ocorra de forma fluida e congruente.<\/p>\n\n<p>REFERENCIAL BIBLIOGR\u00c1FICO<\/p>\n<p>ESTEVES, Fernanda Cavalcante; GALVAN, Alda Luiza. Depress\u00e3o numa contextualiza\u00e7\u00e3o contempor\u00e2nea.<strong>\u00a0Aletheia<\/strong>, \u00a0Canoas , \u00a0n. 24, p. 127-135, dez. \u00a02006 . Dispon\u00edvel em &lt;http:\/\/pepsic.bvsalud.org\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-03942006000300012&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&gt;. acessos em \u00a014 jan. 2019.<\/p>\n<p>CAVALCANTE, Simone Neno. Notas sobre o fen\u00f4meno depress\u00e3o a partir de uma perspectiva anal\u00edtico-comportamental.<strong>\u00a0Psicol. cienc. prof.<\/strong>, \u00a0Bras\u00edlia , \u00a0v. 17, n. 2, p. 2-12, \u00a0\u00a0\u00a01997 . Available from &lt;http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98931997000200002&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. access on \u00a014 Jan. 2019.\u00a0<a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1414-98931997000200002\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1414-98931997000200002<\/a>.<\/p>\n<p>SANTOS, Marcelo Justus dos; KASSOUF, Ana L\u00facia. Uma investiga\u00e7\u00e3o dos determinantes socioecon\u00f4micos da depress\u00e3o mental no Brasil com \u00eanfase nos efeitos da educa\u00e7\u00e3o.<strong>\u00a0Econ. Apl.<\/strong>, \u00a0Ribeir\u00e3o Preto , \u00a0v. 11, n. 1, p. 5-26, \u00a0Mar. 2007 . Available from &lt;http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-80502007000100001&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. access on \u00a014 Jan. 2019.\u00a0<a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1413-80502007000100001\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1413-80502007000100001<\/a>.<\/p>\n<p>DEL PORTO, Jos\u00e9 Alberto. Conceito e diagn\u00f3stico.<strong>\u00a0Rev. Bras. Psiquiatr.<\/strong>, \u00a0S\u00e3o Paulo , \u00a0v. 21, supl. 1, p. 06-11, \u00a0May 1999 . Available from &lt;http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1516-44461999000500003&amp;lng=en&amp;nrm=iso&gt;. access on \u00a014 Jan. 2019.\u00a0<a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1516-44461999000500003\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1516-44461999000500003<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A depress\u00e3o, na atualidade, \u00e9 tida como \u201ca doen\u00e7a do s\u00e9culo\u201d. Estima-se que, globalmente, 300 milh\u00f5es de pessoas sofrem de depress\u00e3o, tornando a doen\u00e7a uma quest\u00e3o priorit\u00e1ria de sa\u00fade p\u00fablica. Segundo um levantamento feito pela OMS, a depress\u00e3o \u00e9 considerada a primeira causa de incapacidade entre todos os problemas de sa\u00fade. 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